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A equoterapia é indicada no tratamento dos mais diversos tipos de comprometimentos:

Patologias ortopédicas:

  • Problemas Posturais: cifose, lordose, escoliose;
  • Doenças do crescimento;
  • Má formação da coluna;
  • Acidentes com sequela de fraturas e pós-cirúrgicos;
  • Amputações;
  • Artrite Reumatoide;
  • Artroses;
  • Espondilite Anquilosante;
  • Dismorfismos esqueléticos;
  • Subluxações de ombro ou quadril.

Patologias Neuromusculares (Neuropatias):

  • Epilepsia Controlada;
  • Não Controlada (alguns casos);
  • Poliomielite;
  • Encefalopatia Crônica da Infânica;
  • Seqüelas de TCE;
  • Plegias;
  • Doença de Parkinson;
  • Acidente Vascular Cerebral;
  • Mielomeningocele;
  • Multiesclerose;
  • Espinha Bífida;
  • Lesões medulares;
  • Hidrocefalia;
  • Macrocefalia;
  • Microcefalia.

Patologias cardiovasculares e respiratórias:

  • Cardiopatias;
  • Doentes respiratórios (que desejam principalmente se reabilitar voltando a realizar esforço e prática de exercícios físicos).

Outras patologias:

  • Distúrbios Mentais - demência em geral, Síndrome de Down;
  • Distúrbios Comportamentais / Sociais - formas psiquiátricas de psicoses infantis e estados marginais, autismo, esquizofrenia, distúrbio da atenção, hiperatividade;
  • Distúrbios Sensoriais - deficiência visual, deficiência auditiva;
  • Alterações de Escrita - disgrafia, disortografia, dislexia, distúrbio da percepção;
  • de Linguagem Oral - alterações de fala, atraso de linguagem;
  • de Motricidade Oral;
  • de Voz;
  • Emocional - insônia, ansiedade, stress;
  • Atraso Maturativo - do desenvolvimento psicomotor, instabilidades psicomotoras;
  • Seqüelas de queimaduras.
  • Doenças sanguíneas;
  • Doenças metabólicas

  • Excessiva lassidão ligamentar das primeiras vértebras cervicais (atlas - axis) ex. Síndrome de Down Epilepsia não controlada;
  • Cardiopatias agudas;
  • Instabilidades da coluna vertebral;
  • Graves afecções da coluna cervical como hérnia de disco;
  • Luxações de ombro ou de quadril;
  • Escoliose em evolução, de 30 graus ou mais.
  • Hidrocefalia c/ válvula;
  • Processos artríticos em fase aguda;
  • Úlceras de decúbito na região pélvica ou nos membros inferiores;
  • Epífises de crescimento em estágio evolutivo;
  • Doenças da medula com o desaparecimento de sensibilidade dos membros inferiores (todavia, são conhecidos vários casos de paraplégicos que continuam a praticar a equoterapia);
  • Pacientes com comportamento autodestrutivo ou com medo incoercível;
  • Hemofílicos e Leucêmicos (dependo do caso).

O futuro praticante de equoterapia deverá passar por uma avaliação clínica, pelo seu próprio médico ou pelo médico da equipe que irá atendê-lo, com a responsabilidade de indicar ou contra-indicar a prática de Equoterapia.

Alguns desses casos podem praticar a equoterapia, porém com um rigoroso controle. Por esse motivo, cada contra-indicação deverá ser discutida caso a caso. Como não se tem o direito de arriscar e agravar a situação do paciente com o pretexto da reeducação, a equoterapia é desaconselhada em todas as doenças na fase aguda e no caso de deficiências graves.


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