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O uso
do cavalo como forma de terapia data de 400 A.C. quando Hipócrates
utilizou-se do cavalo para "regenerar a saúde" de seus pacientes.
Em 1901 foi fundado o primeiro hospital ortopédico do mundo e em
função da guerra dos Boers na África do Sul, o HOSPITAL ORTOPÉDICO
DE OSWENTRY (Inglaterra) onde o número de feridos era muito grande.
Uma dama inglesa, patronesse daquele hospital, resolveu levar os
seus cavalos para o hospital a fim de quebrar a monotonia do tratamento
dos mutilados. Este é o primeiro registro de uma atividade eqüestre
ligada a um hospital.
LIZ
HARTEL (Dinamarca), praticante de equitação foi acometida aos 16
anos por uma forma grave de poliomielite, a ponto de durante muito
tempo não ter possibilidade de deslocamento, a não ser em cadeira
de rodas e depois, muletas. Mesmo assim, contrariando a todos, continuou
a praticar equitação. Oito anos depois, nas Olimpíadas de 1952,
foi premiada com a medalha de prata em adestramento, competindo
com os melhores cavaleiros do mundo, e o público só percebeu seu
estado quando ela teve de apear do cavalo para subir ao pódio e
teve de se valer de duas bengalas canadenses. Esta façanha foi repetida
4 anos depois, nas Olimpíadas de Melbourne, em 1956.
No
Brasil, a partir dos anos 80, quando foi criada a ANDE-Brasil (Associação
Nacional de Equoterapia) o tratamento tomou maior impulso, mas somente
nos últimos seis anos é que se pode notar o verdadeiro crescimento
desta modalidade terapêutica, haja visto o número crescente de centros
de equoterapia em todo território nacional.
A Equoterapia
foi reconhecida como método terapêutico em 1997 pelo Conselho Federal
de Medicina.

DEFINIÇÃO
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A EQUIPE
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